terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

DEVOCIONAL - 28 de março -reeditado

28 de março

4ª – A Aliança Abraâmica

Terceira Parte

Quando Deus mudou o nome de Abrão para Abraão.

 

Gênesis 17:1-9:

Quando Abrão atingiu a idade de noventa e nove anos, o Senhor apareceu a ele e disse: — Eu sou o Deus Todo-Poderoso; ande na minha presença e seja perfeito.

Farei uma aliança entre mim e você e darei a você uma descendência muito numerosa.

Abrão se prostrou com o rosto em terra e Deus lhe falou:

— Quanto a mim, esta é a minha aliança com você: você será pai de muitas nações.

O seu nome não será mais Abrão, e sim Abraão, porque eu o constituí pai de muitas nações.

Farei com que você seja extraordinariamente fecundo. De você farei surgir nações, e reis procederão de você.

Estabelecerei uma aliança entre mim e você e a sua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o seu Deus e o Deus da sua descendência.

Darei a você e à sua descendência a terra onde agora você é estrangeiro, toda a terra de Canaã, como propriedade perpétua, e serei o Deus deles.

Deus disse ainda a Abraão: — Guarde a minha aliança, você e a sua descendência no decurso das suas gerações.

Fim do Genesis 17.

Nosso Patriarca Abraão teve seus nome mudado porque seria Pai de Muitas Nações o que é uma Verdade Divina, já que as Nações da denominada Civilização Ocidental * tem como a base primordial de suas Leis Maiores, as Constituições, o legado “ JUDAICO- CRISTÃO” de cultura, de normas sociais, valores éticos, tradições, crenças, sistemas, etc..

As Nações do Mundo Árabe , os 22 países que fazem parte da Liga Árabe, também, são descendentes do Pai e Patriarca Abraão, por Ismael, filho de Hagar, portanto não há do que se duvidar.

A Historia da Humanidade está plena de soberanos que invocaram o Direito Divino dos Reis. uma doutrina política e religiosa segundo a qual o poder dos reis tem como fundamento a vontade de Deus, para se manterem  no Poder.

Até no Califado, a forma árabe/islâmica monárquica de governo, “ as concepções derivadas do Corão sobre fusão dos papéis espirituais e temporais - concentrados nas mãos do califa - também resultam em regimes legitimados pelo direito divino”.

Assim “ ..., e reis sairão de ti”.

Sem contar com o Messias Prometido que viria da linhagem de Abraão, isso é  Jesus de Nazaré, concebido pelo Espirito Santo, mas que teve como pai adotivo José da Casa Real de Davi, e como mãe verdadeira  a Maria, também, membro da Casa Real de Davi.

Além do que Jesus, mesmo na Cruz do Calvário,  foi  reconhecido pelo Poder de Roma Imperial através do ato de Pôncio Pilatos como rei, como soberano, conforme está no Evangelho de João, capitulo 19:19 , 21 e 22:

“Pilatos escreveu também um título e o colocou no alto da cruz. E o que estava escrito era: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.

Os principais sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: — Não escreva: “Rei dos judeus”, e sim: “Ele disse: Sou o rei dos judeus.”

Pilatos respondeu: — O que escrevi escrevi.

 

Essa meditação avalia a importância da mudança de nome de Arão para Abraão e suas consequências para a História da Humanidade, afinal D’us, o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, intervêm dia e noite, noite e dia, em nosso  História pessoal, como, também, na Global.

Não vamos nunca nos esquecer dessas Palavras em Gênesis 17:9:

“Deus disse ainda a Abraão: — Guarde a minha aliança, você e a sua descendência no decurso das suas gerações”.

Quem tiver ouvido, ouça.

Jorge Eduardo Garcia

Servo de Deus

 

*As Nações da Europa, bem como Nações  de origem colonial europeia nas Américas e na Oceania, como Estados Unidos, Canadá, México, Austrália, Nova Zelândia, entre outros.

Pai nosso que estás nos céus,
Santificado seja o Teu nome.
Venha a nós o Teu Reino.
Seja feita a Tua Vontade, assim na Terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje.
Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores
E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Porque Teu é o Reino, o Poder e a Gloria
Para sempre








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