28 de março
4ª – A Aliança
Abraâmica
Terceira Parte
Quando Deus mudou
o nome de Abrão para Abraão.
Gênesis 17:1-9:
Quando Abrão atingiu a idade
de noventa e nove anos, o Senhor apareceu a ele e disse: — Eu sou o Deus
Todo-Poderoso; ande na minha presença e seja perfeito.
Farei uma aliança entre mim e
você e darei a você uma descendência muito numerosa.
Abrão se prostrou com o rosto
em terra e Deus lhe falou:
— Quanto a mim, esta é a minha
aliança com você: você será pai de muitas nações.
O seu nome não será mais
Abrão, e sim Abraão, porque eu o constituí pai de muitas nações.
Farei com que você seja
extraordinariamente fecundo. De você farei surgir nações, e reis procederão de
você.
Estabelecerei uma aliança
entre mim e você e a sua descendência no decurso das suas gerações, aliança
perpétua, para ser o seu Deus e o Deus da sua descendência.
Darei a você e à sua
descendência a terra onde agora você é estrangeiro, toda a terra de Canaã, como
propriedade perpétua, e serei o Deus deles.
Deus disse ainda a Abraão: —
Guarde a minha aliança, você e a sua descendência no decurso das suas gerações.
Fim do Genesis 17.
Nosso Patriarca Abraão teve
seus nome mudado porque seria Pai de Muitas Nações o que é uma Verdade Divina, já
que as Nações da denominada Civilização Ocidental * tem como a base primordial de
suas Leis Maiores, as Constituições, o legado “ JUDAICO- CRISTÃO” de cultura, de
normas sociais, valores éticos, tradições, crenças, sistemas, etc..
As Nações do Mundo Árabe , os
22 países que fazem parte da Liga Árabe, também, são descendentes do Pai e
Patriarca Abraão, por Ismael, filho de Hagar, portanto não há do que se duvidar.
A Historia da Humanidade está
plena de soberanos que invocaram o Direito Divino dos Reis. uma doutrina
política e religiosa segundo a qual o poder dos reis tem como fundamento a
vontade de Deus, para se manterem no
Poder.
Até no Califado, a forma árabe/islâmica
monárquica de governo, “ as concepções derivadas do Corão sobre fusão dos
papéis espirituais e temporais - concentrados nas mãos do califa - também
resultam em regimes legitimados pelo direito divino”.
Assim “ ..., e reis sairão de
ti”.
Sem contar com o Messias
Prometido que viria da linhagem de Abraão, isso é Jesus de Nazaré, concebido pelo Espirito
Santo, mas que teve como pai adotivo José da Casa Real de Davi, e como mãe verdadeira
a Maria, também, membro da Casa Real de
Davi.
Além do que Jesus, mesmo na
Cruz do Calvário, foi reconhecido pelo Poder de Roma Imperial
através do ato de Pôncio Pilatos como rei, como soberano, conforme está no
Evangelho de João, capitulo 19:19 , 21 e 22:
“Pilatos escreveu também um
título e o colocou no alto da cruz. E o que estava escrito era: “Jesus
Nazareno, o Rei dos Judeus”.
Os principais sacerdotes dos
judeus disseram a Pilatos: — Não escreva: “Rei dos judeus”, e sim: “Ele disse:
Sou o rei dos judeus.”
Pilatos respondeu: — O que
escrevi escrevi.
Essa meditação avalia a importância
da mudança de nome de Arão para Abraão e suas consequências para a História da
Humanidade, afinal D’us, o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, intervêm
dia e noite, noite e dia, em nosso História
pessoal, como, também, na Global.
Não vamos nunca nos esquecer
dessas Palavras em Gênesis 17:9:
“Deus disse ainda a Abraão: —
Guarde a minha aliança, você e a sua descendência no decurso das suas gerações”.
Quem tiver ouvido, ouça.
Jorge Eduardo Garcia
Servo de Deus
*As Nações da Europa, bem como Nações de origem colonial europeia nas Américas e na
Oceania, como Estados Unidos, Canadá, México, Austrália, Nova Zelândia, entre
outros.
Nenhum comentário:
Postar um comentário