2 de julho
Sola Fide – Pela
Fé
“Porque andamos
por fé e não pelo que vemos” - 2 Coríntios 5:7
Perdoe-me, pois
estou com a visão obnubilada e por isso não há correção de texto.
BOMBA ! BOMBA!
BOMBA!
A Homossexualidade entre os
Romanos – Parte 1
Os patrícios e páter-famílias, chefe de família, formavam a elite social e política romana;
Os plebeus, ou a plebe, como
também eram conhecidos, constituíam a camada da população que não tinha
ascendência patrícia, pequenos proprietários de terras, artesãos e comerciantes.
Os clientes, agregados dos patrícios e deles
recebiam estadia e proteção, mas em troca, ofereciam todo tipo de serviço, daí
vem a expressão moderna da análise política “clientelismo”, que expressa a
relação de subordinação de um grupo social a outro em troca de benefícios.
Os escravos considerados bens
de posse daqueles que os compravam ou os capturavam, além de serem desprovidos
de qualquer representatividade política ou direitos em meio à sociedade romana.
Nessa categoria estavam os
membros do proletariado , os proletarii, sob o jugo do Estado e que, quase
sempre, servia para engrossar as fileiras mais frágeis do exército romano.
Como em toda Sociedade por
séculos e séculos os das classes mais baixa da Pirâmide Social se inspiravam e
copiavam os costumes do grupo que estava mais alto deste relacionamento social.
Isso posto, vamos aos
primórdios de Roma, cujos autores argumentem que teria sido iniciado no século
VIII a.C. ou EC por volta de 750 a.C. ou EC.
A Sociedade da Roma Antiga era
baseada no Machismo, ou seja, na característica de comportamento de macho com excesso
de orgulho do masculino, de expressão intensa de virilidade, muitas vezes
acompanhadas de demonstração exagerada de valentia.
A macheza dos primeiros romanos chegou ao ponto d
raptaram as mulheres dos sabinos, sabini, uma tribo da região central da
península Itálica, proibidas de desposa-los.
Copularam e procriaram...
O tempo passou e Roma se fortaleceu.
“No período republicano
anterior à conquista da Grécia, as relações homossexuais, denominada de Vicio
Grego- , sexualidade praticada com adolescentes- eram combatidas e vistas com suspeita.
Mudou “ desde os primeiros
dias da república, quando era
perfeitamente comum um homem querer um menino, menos os nascidos livre, pois, a
função de parceiro sexual passivo eram dos escravos ou de ex-escravos libertos
mas, mesmo assim, apenas com seus donos ou ex-patrões , com isso não havia
proteção legal para adolescentes escravos e mesmo crianças, nem mesmo no caso
de violência sexual aberta”.
“ Com a conquista da Grécia, junto com a cultura da Grécia
clássica , Roma também absorve muitos costumes, entre eles o chamado "
amor grego, uma variedade de práticas homoeróticas " e com o tempo a
mentalidade de conquista e o culto da virilidade formaram relações homoeróticas
em sendo assim a prática homossexual em
Roma muito rapidamente se afirmou como uma relação de dominação, por exemplo do
cidadão sobre o escravo, tudo confirmando a virilidade masculina decisiva do
homem romano.”
Isto posto, como Roma era Machista por excelência, que
seguia os ditames do “ patriarcado”, os patrícios e páter-famílias, todos aqueles que possuíam a “cidadania
romana eram livres para manter relações sexuais com outros homens sem qualquer
percepção de perda de virilidade ou status social, desde que assumissem a
posição de sexualmente penetrante no anus do “catamita/ catamitos um menino, adolescente ou pré-adolescente, sexualmente
passivo, ou no momento do “Irrumatio conhecido como fellatio/ felação que é o
coito bucal, o gozo sexual provocado pela sucção da boca do passivo no pênis do ativo”.
A Lex Scantinia de 149 a.C.
institucionalizou o homossexualismo, infelizmente o seu texto não chegou até os
nossos dias e sabemos dela através dos
escritos do filósofo Marco Tullio Cicero , de Decimo Magno Ausonio , do
historiador Gaius Suetonius Tranquillo , do poeta Decimo Giunio Juvenal e
finalmente dos autores cristãos Tertuliano e Prudêncio.
Continua...

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